Após reunião com pais de alunos da Escola Tasso da Silveira, a secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro, Cláudia Costin, informou que, em uma das salas onde houve o massacre a estudantes, já foi montada uma biblioteca. O outro espaço que foi palco da agressão receberá uma sala de informática, que está sendo montada.
Fonte: UOL
Seria incrível se, para que pudéssemos ter certas mudanças nas escolas públicas, não fossem necessários atos violentos como o que ocorreu em Realengo.
Agora se fala de segurança nas escolas, na inclusão de disciplinas e atividades que integrem o aluno e a sociedade de um modo amistoso.
Todo esforço e incentivo governamental em prol de uma educação pública, gratuita e de qualidade é válido. Mas, continuamos com uma pergunta que não quer calar: Até quando vamos esperar que tragédias aconteçam para tomarmos soluções como esta?
{Elaine Rose}
{Elaine Rose}
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