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9 de agosto de 2009

Autorizado início das obras de Restaurante Universitário

Uma boa notícia para a comunidade da UERJ: Já está autorizado o início das obras do Restaurante Universitário. Foi assinado no dia 3 de agosto o contrato com a Empresa que ganhou a licitação para a construção do novo espaço que ocupará o subsolo do Centro Cultural da Universidade. A capacidade de produção será de 2.000 (duas mil) refeições por turno. A previsão é de as obras sejam concluídas no início de 2010.

Para a diretora de Administração Financeira da UERJ (DAF), Maria Thereza Lopes de Azevedo, responsável pelas licitações, a prioridade no atendimento será para os estudantes. “A nossa intenção é que o restaurante sirva prioritariamente aos alunos. Eles são nossa clientela, para quem estamos dirigindo nossos esforços, proporcionando uma refeição de qualidade com baixo custo”, destaca a diretora satisfeita com a finalização do processo licitatório.

Quanto a demanda do restaurante, Maria Thereza prevê um movimento intenso principalmente no horário de almoço. “Acreditamos que no primeiro período que deve ser entre 11h e 14h, a produção deve chegar a sua máxima capacidade. Mas à noite, a procura deve ser menor. Isto tudo ainda está em estudo. O que sabemos é que teremos a capacidade de produzir 2 mil refeições no almoço e outras 2 mil no jantar”, adianta.

Para o Reitor da UERJ, professor Ricardo Vieiralves, o início da obra é uma realização que merece destaque. “O restaurante, além de colocar à disposição da Universidade uma alimentação de qualidade a um preço acessível, cumpre um compromisso assumido durante a campanha, antes de atingir a metade de sua gestão”, comemora.

A próxima etapa será a licitação para a escolha da empresa que irá fornecer os alimentos. A diretora do Instituto de Nutrição, professora Luciana Castro, explica que o INU fornecerá as informações básicas e técnicas que precisam constar no edital. “O Instituto deverá ser consultado para dar parecer sobre a definição do cardápio, número de refeições e valor nutricional”, exemplifica Castro.

Para Maria Thereza, é importante destacar a importância da participação do INU durante todo o processo. “É nossa responsabilidade fiscalizar a qualidade do alimento que será oferecido aos alunos. Caberá ao Instituto observar a qualidade das refeições, desde a seleção do ingredientes utilizados para fazer as refeições até o consumo”, explica. Nesse sentido, ela enfatiza o trabalho das professoras e nutricionistas do INU, Patrícia Perez e Daisy Wolkoff. “Tivemos uma sorte muito grande com as duas profissionais. São pessoas altamente qualificadas e interessadas. Aqui, houve uma dedicação ao extremo. Tudo que foi feito só foi possível pelo trabalho delas”, diz.
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