Trabalho infantil não é considerado crime e entidades querem punição

“O trabalho infantil não é crime, é uma infração administrativa por desrespeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente”

Blog da Turma 03.2008-2

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TUDO O QUE HOJE PRECISO REALMENTE SABER, APRENDI NO JARDIM DE INFÂNCIA

Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância..

Calendário Acadêmico 2012

Acesse aqui o Calendário 2012, disponível também em Comunidade Uerj..

Educar ou compensar? Eis a questão!

“Faço com os meus amigos o que faço com os meus livros. Guardo-os onde os posso encontrar, mas raramente os utilizo.” Ralph Emerson.

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23 de abril de 2012

II Semana Paulo Freire: Qual educação? Para qual sociedade?

A I Semana Paulo Freire, realizada no período de 02 à 06 de maio de 2011 inaugurou uma experiência estudantil na Pedagogia de organização de eventos que pensem a educação e o papel da/o educadora/o (estudante/professor) a partir do compromisso político social de transformação da realidade em que vivemos. O evento construiu na Faculdade de Educação da UERJ um ambiente de formação superior associado ao engajamento e participação coletiva da/o graduanda/o nos espaços públicos, nos movimentos sociais e populares.
Dessa forma, ao compreender a importância do evento para reflexão acerca da realidade em que vivemos, a Gestão Mudar é Possível do Centro Acadêmico Paulo Freire se propôs a construir, novamente, este espaço de troca e diálogo
 
Data: 07 a 11 de Maio de 2012
Local- UERJ/ Maracanã, 12º andar auditório 111.
Inscrições e Informações pelo blog: http://capfmudarepossivel.blogspot.com.br/p/semana-paulo-freire.html 

1 de março de 2012

A pura verdade!

17 de fevereiro de 2012

Vamos refletir?

Tenha em mente que tudo que você aprende na escola é trabalho de muitas gerações. Receba essa herança, honre-a, acrescente a ela e, um dia, fielmente, deposite-a nas mãos de seus filhos. (Albert Einstein)

12 de junho de 2011

Trabalho infantil não é considerado crime e entidades querem punição

“O trabalho infantil não é crime, é uma infração administrativa por desrespeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente” esclareceu a coordenadora do Programa de Combate ao Trabalho Infantil em Mato Grosso do Sul, Regina Rupp, em entrevista ao Portal Correio do Estado.

Hoje é o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil e diversas ações de órgãos envolvidos com a infância e adolescência no Estado foram desenvolvidas ao longo da última semana. “Uma das nossas lutas é fazer com que o trabalho infantil seja considerado crime”, disse a coordenadora. É considerado irregular o trabalho a menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos, assim como prorrogar ou compensar a jornada de trabalho do adolescente.

Com uma sessão especializada voltada ao enfrentamento ao trabalho infantil, o Ministério do Trabalho atende prioritariamente as ocorrências desse tipo de infração denunciadas pelo disque denúncia, no 3901-3053. “O Ministério atua diretamente nas denúncias, verificando a veracidade e também com a fiscalização das relações de trabalho e emprego, mas os casos tem diminuído no Estado”, relata Regina.

“No fim de semana passado foi feita uma fiscalização em feiras livres da Capital”. Quando são flagrados menores contratados por feirantes, o contratante comete uma infração administrativa por desrespeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente”, explica a coordenadora.

Quando a família é quem está empregando essa criança em uma feira livre, a situação é diferente. “Quando a criança faz parte da família do feirante, não podemos entrar no mérito e interferir se a criança deve trabalhar ou não”, afirma Regina. “Nós podemos e devemos orientar essa família do risco que uma criança corre, da insalubridade, por exemplo, quando ela frita um pastel e lida com o óleo quente. Mas uma única abordagem não é capaz de orientar essa família, então encaminhamos para a Secretaria de Assistência Social (SAS) para acompanhamento”.

Educação e escolas em tempo integral

Para a coordenadora, a educação é fundamental para a erradicação do trabalho infantil. “Tanto a escolarização dos pais como a dos filhos é importante para acabar com este mal. Escolas em período integral para as crianças que vivem em situação de risco, não têm diversão e moram em áreas desfavorecidas”, defende Regina.

Meninos e meninas

A maior ocorrência de casos de exploração do trabalho infantil no Estado acontece de forma diferente para meninos e meninas. Segundo a coordenadora, a maior incidência de casos denunciados e comprovados de trabalho infantil de meninas está nas casas de família, onde elas atuam como domésticas ou babás.

Para meninos, todos os trabalhos ligados ao setor automotivo, que despendem força, como as mecânicas e os lava-jatos são os que empregam crianças abaixo dos 12 anos.

19 de maio de 2011

Professora Amanda Gurgel silencia Deputados em audiência pública.

Depoimento Resumindo o quadro da Educação no Brasil.
Educadora fala sobre condições precárias de trabalho no RN/BRASIL.

20 de abril de 2011

Salas do massacre terão biblioteca e aulas de informática

     Após reunião com pais de alunos da Escola Tasso da Silveira, a secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro, Cláudia Costin, informou que, em uma das salas onde houve o massacre a estudantes, já foi montada uma biblioteca. O outro espaço que foi palco da agressão receberá uma sala de informática, que está sendo montada.

Fonte: UOL

   Seria incrível se, para que pudéssemos ter certas mudanças nas escolas públicas, não fossem necessários atos violentos como o que ocorreu em Realengo.
    Agora se fala de segurança nas escolas, na inclusão de disciplinas e atividades que integrem o aluno e a sociedade de um modo amistoso.
    Todo esforço e incentivo governamental em prol de uma educação pública, gratuita e de qualidade é válido. Mas, continuamos com uma pergunta que não quer calar: Até quando vamos esperar que tragédias aconteçam para tomarmos soluções como esta?

{Elaine Rose}

Reflexão




"O professor só pode ensinar quando está disposto a aprender"




"Não existe saber mais ou saber menos. Existem saberes diferentes!" (Paulo freire)